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Trama [3o ano]


            2038. Mesmo com a Capa da Inviabilidade do professor de Transfiguração em Hogwarts (Alvo Severo Potter) roubada por um Vulto (uma pessoa encapuzada) de origens desconhecidas, o mundo bruxo não pareceu se preocupar. Quem iria? Não faria tanta importância; afinal, era uma capa de camelô – mas era o que eles pensavam. O que não sabiam, e nem mesmo sabem, é que a Capa é uma das três Relíquias da Morte, as quais, unidas ao Diário de Merlim e a Espada de Gryffindor (ambas fabricadas, também, pela Morte), podem convocar a própria Morte.

            Em particular, a Seção do Quartel de Aurores, comandada por Harry Tiago Potter e subsidiada por Ronald Abílio Weasley, criou uma movimentação sutil e não tão aparente, fato esse percebido por apenas poucos bruxos e bruxas próximos à cúpula Potter no Ministério. De um modo ou de outro, depois das ameaças e implicações constantes em Hogwarts por parte do Ministro da Magia, a paz e tranqüilidade parecia ter sido restaurada – grande contribuição devida às incessantes aberturas de reivindicações, protestos e revoltas por Hermione Granger Weasley, que, insistentemente, tentava afastar o Ministro da Magia de Hogwarts exercendo leis e cláusulas.

            Simples e misteriosamente, as manchas e mensagens em sangue pararam, mesmo que as outras já gravadas tenham – obrigatoriamente – de permanecerem, uma vez que a mágica que lhes guarnece impedem que sejam removidas. De qualquer forma, os alunos de Hogwarts retornavam, felizes, ao seu antigo e habitual lar: um lugar repleto de mágica e de conhecimento.

            De fato, até que tudo se sucedera perfeitamente bem. No início. Após duas semanas de aulas em segurança, curiosas rachaduras rechearam os jardins de Hogwarts e a Floresta Proibida. Dizem os noturnos que enormes esferas escarlates atingiram as proteções do castelo, enquanto vários outros feixes azulados estouraram em contato com a parede invisível que circula Hogwarts. Certamente que os professores e o ministério averiguaram isso, mas nada encontraram. Seja o que for, algo está ameaçando as proteções da escola. Algo sombrio e extremamente poderoso. Resta saber o que é.

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Trama [1o/2o ano]


            Em meados de 2035, Hogwarts enfrentava uma batalhada interna com o Ministério da Magia enquanto sofria vários ataques frustrados de grupos secretos, indeterminados em saber o seu real objetivo. A diretora, Minerva McGonagall, tomou as providências necessárias para que esses ataques não voltassem a acontecer. Contudo, o Ministério da Magia, não satisfeito com as medidas tomadas pela diretora, resolveu interferir arduamente no ensino da Escola de Magia e Bruxaria.

            Em nota, o atual Ministro da Magia, Scorpio Malfoy, declarou que o Ministério está zelando pelo bem dos alunos que lá se encontram para aprimorar seus poderes e controlar sua mágica, mas, pelas palavras do mesmo, a instituição mágica está privando seus alunos do fruto do conhecimento geral. De acordo com suas palavras, “Os alunos são limitados pelos próprios professores que não mostram o real sentido da magia. Magias poderosas que devem ser ensinadas.” Alegando ter encontrado um artefato antigo que o ajudara a descobrir tais encantamentos, o próprio Ministro estará presente no banquete de início de ano letivo (dia 1 de setembro) deste ano (2036) para certificar avisos e reformular regras.

                                                                                      Trecho retirado do Profeta Diário,                                                                    matéria escrita pelo repórter Maximus Dirwtle.